O seu Blog de Espiritismo.

Leda Flaborea

17-04-2011 22:40

 

Entrevistas

 

 
 
O FRANCISCO REBOUÇAS - ESPIRITISTA, TEM O PRAZER DE APRESENTAR AOS NOSSOS DISTINTOS AMIGOS, A ENTREVISTA QUE NOS FOI CONCEDIDA PELA DEDICADA TRABALHADORA DA SEARA ESPÍRITA EM SÃO PAIULO/SP., LEDA MARIA FLABOREA.
Inicialmente queremos registrar a nossa gratidão pela maneira tão gentil pela qual fomos atendidos por nossa querida amiga, Leda Flaborea, que nos honrou com sua atenção, simpatia e carinho para esta entrevista.
Entrevista:

 
FR: Prezada amiga, como você nos definiria Leda Maria Flaborea?

 
R: Dizem meus amigos que sou séria, alegre e confiável. Se puder acreditar na bondade deles, sou assim mesmo.

 
FR: Qual é a sua formação acadêmica?

 
R: Sou Pedagoga, licenciada pela Universidade de São Paulo e como educadora trabalhei até aposentar-me. De alguma forma, ainda hoje, continuo nessa função, tendo em vista as minhas atividades dentro do Espiritismo. Atualmente estou ligada ao setor editorial.

 
FR: Como aconteceu o seu encontro com a doutrina espírita?

 
R: Ainda menina, e estou falando da primeira metade do século 20. Minha mãe freqüentava uma casa espírita em Marília, cidade onde nasci há 67 anos. Tudo era muito incipiente em relação ao estudo da doutrina. As reuniões públicas eram bem diferentes das que hoje são realizadas. Mas, foi uma boa semente e hoje entendo isso.

 
FR: Qual a casa espírita que você freqüenta na atualidade?

 
R: São várias, na verdade. Em relação a um trabalho contínuo, freqüento duas: a Federação Espírita do Estado de São Paulo e o Núcleo Espírita Redenção, no bairro de Perdizes, em São Paulo

 
FR: Quais as principais atividades espirituais da Instituição que você freqüenta?

 
R: Nas duas citadas, trabalho na área de ensino e em palestras públicas. Nas outras, como convidada, sempre como expositora de temas doutrinários ou evangélicos. Além disso, sou articulista de vários periódicos espíritas (jornais, revistas, sites, no Brasil e no exterior).

 
FR: Leda, iniciamos há exatos 6 anos, a campanha: Onde estão as crianças filhas de pais espíritas? Vamos evangelizar os "pequeninos"? Como incentivo à evangelização infantil no Portal do Espiritismo do qual fazíamos parte à época, e continuamos com a campanha em nosso Blog Espírita, e temos recebido muitas informações do Brasil todo de que muitas casas espíritas que não tinham esse trabalho começaram a partir de nosso incentivo. Como está em sua avaliação a evangelização infantil no estado de São Paulo?

 
R: Não faço parte de nenhum trabalho nesse setor, mas observo, nas casas que freqüento como expositora convidada, um esforço muito grande dos dirigentes para manterem esse trabalho. Nas instituições maiores, como na FEESP, por exemplo, com melhor estrutura, o sucesso é sempre garantido; mas, nas pequenas, a determinação e a perseverança são os elementos determinantes para que tudo ocorra bem. Há que se louvar todo esse trabalho, seja em uma, ou em outra.
De qualquer forma, é um terreno que está sendo preparado para o surgimento de trabalhadores melhor preparados e com mais consciência.

 
FR: E os grupos de mocidade?

 
R: O esforço é o mesmo, com um destaque importante: enquanto crianças, os pais têm maior ascendência no que diz respeito à Evangelização na Casa Espírita. Depois, quando mais independentes, mais difícil se torna. Por essa razão, o jovem precisa estar sempre motivado, interessado. É preciso instigá-lo a querer saber mais e nem sempre a casa dispõe de recursos humanos e materiais para atender a isso. Ele tem muita curiosidade e essa atitude deve ser usada a favor da Doutrina e não na imposição de princípios e condutas. Eles precisam sentir-se acolhidos para recolherem as respostas às dúvidas que têm. É tarefa árdua para os educadores desse segmento. Mas, não há outra forma. Estudo contínuo dos responsáveis pela área, desprendimento e muita paciência. Nas instituições melhor equipadas o trabalho é mais tranquilo. Nas outras, não.

 
FR: A Doutrina Espírita completou 153 anos de existência, seu conteúdo permanece atualizado ou precisa ser reformado em algum ponto?

 
R: Por Deus! Se mal compreendemos as bases! Presunção, orgulho, vaidades... Sempre as mesmas imperfeições norteando nossas escolhas! Estamos julgando ultrapassadas orientações, princípios, que emanam dos Espíritos superiores através de Jesus, com a permissão de Deus nosso Pai Celeste.
Para julgarmos ultrapassado qualquer ponto, temos, necessariamente, que fazê-lo sob o nosso imperfeito ponto de vista ou nossa falha interpretação de “orientações vindas do além”. Kardec tinha o Espírito de Verdade para orientá-lo. Nós temos quem?
Ivonne do Amaral Pereira, em seu livro “À Luz do Consolador”, editado pela FEB, 3ª edição, Pág. 126, diz: “Destruir, com nossas opiniões pessoais, o que se encontra feito é fácil, não há mérito nesse trabalho. Mas realizar algo melhor do que aquilo que criticamos ou destruímos é muito mais difícil, porque frequentemente nos escasseiam méritos para tanto”. Penso que isso sintetiza meu pensamento sobre o assunto.

FR: O Espiritismo que é ensinado hoje nas casas espíritas continua do mesmo modo que na sua época de mocidade? Está melhor ou pior e em quais aspectos?

 
R: Em qualquer época, o ensino sempre melhora, ainda que pouco. A própria evolução da humanidade assim o exige. Em relação ao ensino da Doutrina Espírita, não poderia ser diferente. Apesar de ter essa certeza, consequência da minha formação profissional, não tive a oportunidade de frequentar a Mocidade Espírita. Não tínhamos nada em relação ao ensino.

 
FR: Como devemos proceder para divulgar de maneira correta a mensagem espírita?

 
R: Primeiramente, através do exemplo. É de fundamental importância que mostremos ao mundo, pela correta conduta, a grandeza da doutrina que abraçamos. Depois, pelo estudo nobremente conduzido, a fim de podermos falar com conhecimento e indulgência a quem nos pede orientação. E, àqueles que se dedicam à escrita, que possam fazê-la com coerência, clareza e humildade. O resto, certamente, virá por acréscimo da Misericórdia Divina.

 
FR: Acompanhamos seu trabalho na divulgação do Espiritismo, e seu esforço na defesa da fidelidade doutrinária, como você está vendo essa invasão de livros tidos como espíritas, sem a menor preocupação com os preceitos contido na codificação do espiritismo?

 
R: O livre arbítrio existe nas três pontas: de quem escreve, de quem divulga e de quem lê.
Evidentemente que será cobrado de cada um na medida do seu comprometimento com as Leis divinas. Quem sabe e escreve deturpando; quem acha que sabe e escreve por vaidade; quem sabe e lê, tomando a tolice por verdade e divulgando; e quem nada sabe e é iludido, são aspectos que deverão ser levados em consideração diante das próprias consciências.
Nunca escaparemos das consequências das nossas escolhas. O passado nos alcança onde estivermos.

 
FR: O que poderia ser feito para evitar que livros sem conteúdo doutrinário fossem vendidos nas livrarias das casas espíritas sérias?

 
R: Em primeiro lugar, casas sérias não vendem livros sem conteúdo doutrinário ou deturpados. E isso é fácil de entender, porque casas responsáveis e comprometidas com os princípios doutrinários são extremamente cuidadosas, para não caírem nesse tipo de armadilha. De qualquer forma, é preciso lembrar que Deus não faz e não consente na inutilidade das coisas. Temos observado, apesar de não concordar com esse enxame de livros tolos, que mais confundem que explicam, que esses ditos “livros espíritas” têm trazido muitas almas aflitas para as casas espíritas, onde podem receber orientação, consolo, esclarecimento das dúvidas, esperança e fortalecimento de sua fé, não importa qual seja ela.
O objetivo do Espiritismo não é fazer proselitismo, mas melhorar a humanidade a partir do homem. Se o caminho for mais sofrido, mais trabalhoso, por causa da insistência do homem em querer viver iludido, assim será até que acorde. Cada trabalhador consciente deve fazer o que lhe compete na tarefa para a qual for destinado. Se o fizer com honestidade, dignidade, perseverando na modificação de suas predisposições íntimas, já estará contribuindo e muito para afastar das casas espíritas esse fantasma ilusório, de receitas prontas e facilidades na solução dos seus problemas.

 
FR: Certa vez sugerimos a um grupo de amigos que sabemos conhecedores da doutrina de diversos estados do Brasil, para que nos reuníssemos de algum jeito, mesmo que por e-mail, para estudar uma maneira de formar um grupo sério de análise de obras novas para sugestão ou não de divulgação nas casas espíritas, mas, não obtivemos sucesso, você acha possível isso?

 
R: É preciso continuar tentando. Mas, entendo que a vida moderna com sua correria, às vezes desnecessária, nos impede de realizar muitas coisas. Mas, como a sobrevivência ainda é o principal objetivo da nossa vida material, temos que ir caminhando e realizando nossas tarefas da melhor forma possível. Temos inúmeras limitações e uma delas, certamente, é a necessidade da vida material. Se as casas espíritas, individualmente, conseguirem trabalhar com qualidade, propiciando aos assistidos, alunos, trabalhadores uma vivência harmoniosa, possibilidade de estudo na busca da melhoria individual de todos, já teremos caminhado muito. A questão que você coloca anteriormente já mostra a dificuldade entrando pela porta da frente nos Centros Espíritas. Temos que partir do centro para a periferia. Preparar melhor os dirigentes para que possam levar um trabalho de excelência aos que buscam atendimento. O resto virá ao seu tempo e à sua hora.

 
FR: Em sua opinião, por quais motivos nas Casas Espíritas os estudos sistematizados da doutrina são tão poucos freqüentados?

 
R: Justamente por serem de estudos. Ainda estamos presos a atavismos igrejeiros (expressão de Herculano Pires) que nos levam à ilusão de que milagres são possíveis. Buscamos soluções imediatas para problemas que nos acompanham secularmente, agravados, sempre, por escolhas equivocadas que fazemos. Pelos estudos, vamos entendendo e penetrando, ainda que muito lentamente, nos escaninhos de nossa alma, percebendo que somos os agentes e não vítimas das nossas aflições e mal-estares. Ninguém gosta, em sã consciência, de se ver nesse papel. É difícil aceitar que a Vida tem mão dupla e que somos responsáveis pelo plantio e pela colheita. Tão mais fácil culpar o outro... Tão mais cômodo ser a vítima eterna da Vida, da sorte... Então fugimos.

 
FR: O que você diria a quem lhe pedisse orientação de obras para iniciar no conhecimento do espiritismo?

 
R: Plagiando Kardec, vamos começar pelo início: “O que é o Espiritismo”, e na sequência as obras da codificação, em sua ordem de publicação. Evidentemente, se estamos falando de adultos. E procurar uma casa séria para esclarecer as dúvidas, que serão muitas, como ainda as tenho até hoje. O edifício é imenso e há muito a estudar, analisar, compreender, deduzir e praticar.

 
FR: O aborto continua sendo o assunto mais discutido no meio espírita no momento, de que maneira nós espíritas poderemos contribuir para evitar esse crime covarde?

 
R: Permita-me discordar da expressão colocada. Diria que o aborto é uma escolha tremendamente infeliz, porque, quase sempre, os envolvidos ignoram os comprometimentos com as Leis Divinas, quando o ato é consumado. É preciso não nos esquecermos, mais uma vez, de olhar para o outros com olhos da caridade. Nós próprios, ainda hoje, mesmo sabedores das dores que traremos para nossa vida atual ou para as próximas reencarnações, cometemos atos que, depois de feitos, ficamos pensando na nossa ignorância e sofremos.
O que dizer desses irmãos, sem essa bênção? A cada um será pedido de acordo com seu conhecimento, não é assim? Conhecimento e responsabilidade caminham juntos perante Deus. Por outro lado, não podemos nos esquecer do sentimento de culpa que passa a nortear a vida dessas mulheres (não falamos daquelas que cometem tal ato por quererem manter-se na atividade do prazer sexual, ou para não deformarem seus corpos), que por outras razões são levadas a abortarem. Como podemos nós, espíritas, cristãos antes de mais nada, julgá-las? Quem tomaremos por modelo para o julgamento moral? Nós, certamente! Mas nós? Espíritos tão ou mais imperfeitos? Então, proponho que tomemos Jesus como modelo e passemos a julgar nossos próprios atos.
Se o Mestre de todos os mestres disse: ”Vá e não peques mais”, quem somos nós para dizer o que quer que seja sobre a conduta alheia.
E mais ainda podemos dizer: A severidade de julgamento ou uma palavra de acusação pode levar essas criaturas a um ato muito mais grave, do qual seremos coautores: o suicídio. Portanto, cautela e caridade na nossa conduta ante problema tão delicado. Se somos espíritas precisamos agir com AMOR. Somos tão devedores ou mais que os irmão que buscam nossas orientações.

 
FR: Porque nos dias de hoje, 2010 anos após Jesus nos trazer suas mensagens de amor e respeito ao próximo, o ser humano ainda não pratica seus ensinamentos?

 
R: Se ainda não os entendemos, como praticá-los? Se mal aceitamos que existe uma vida do Espírito! Entretanto, sou uma pessoa esperançosa em relação a esse despertar. Sabemos, porque estudamos, que o pior sono que existe é o sono do Espírito. Então, até que ele desperte... Nós já despertamos totalmente? Já podemos dizer, a Jesus que estamos bem acordados? Penso que não. Mas chegaremos, tenhamos certeza disso. Com ou sem sofrimento dependerá de nós.

 
FR: Amiga, embora de longe, acompanhamos seu trabalho na FEESP e sabemos de sua dedicação no ensino de nossa filosofia espírita, como andam os cursos que você ministra, estão tendo boa procura por novos alunos?

 
R: Os cursos iniciais são sempre alvo de maior procura, mais por curiosidade do que por real vontade de conhecer e trabalhar. Assim, na medida em que avançamos nesses estudos, e que os alunos passam a perceber que são os agentes do seus sofrimentos, tratam de afastar-se, alegando inúmeras dificuldades para não continuarem. Então é interessante começarmos uma classe com 25 alunos, por exemplo, e vê-la chegar ao final do ano com metade dos alunos. Enganam a si próprios, porque, mais cedo ou mais tarde, serão chamados ao cumprimento dos compromissos assumidos enquanto na erraticidade.

 
FR: Prezada Leda, quais foram suas grandes conquistas no trabalho de difusão do espiritismo?

 
R: Penso que a maior delas tenha sido o respeito com meu trabalho, independentemente da área em que atuo.

 
FR: Quais são seus projetos para o futuro?

 
R: Por ora cuido apenas de terminar as propostas em andamento. Sair da área de ensino não faz parte de qualquer projeto, a menos que “patrão” me mande embora. Quanto aos meus escritos, impossível parar, pois é impossível não pensar. Ao menos, que possa continuar sendo um bom veículo para os Espíritos amigos. É meu desejo.

 
FR: Amiga Leda, do que você gostaria de ter falado, que eu não te perguntei?

 
R: Você é muito bom para fazer perguntas. Gostei demais da entrevista e feliz por ter participado desse trabalho. Estarei sempre à sua disposição.

 
FR: Para encerrar, gostaria que deixasse registrada sua mensagem a toda família espírita brasileira, através do Nosso Blog Espírita.

 
R: A família é a praia estreita na qual chegam e de onde partem os Espíritos que assumirão, mais adiante, tarefas maiores que envolvem enormes responsabilidades. Em sua Infinita Sabedoria, o Pai Celeste nos concede a oportunidade de ali treinarmos, desenvolvermos e praticarmos valores outros que nos prepararão para vôos mais altos, que nos tiram da pequena praia para o mar aberto de lutas maiores, no progresso inevitável.
Por isso a prática do Evangelho, exemplo vivo dos ensinamentos do Cristo em nós, adquire fundamental importância no seio familiar. Será sempre através da exemplificação desses valores que se formará o caráter da criança feliz, que será o jovem responsável e o adulto comprometido com o próximo, de maneira ampla e inequívoca, em todos os setores da atividade humana. Que Deus guie a todos que têm sob sua responsabilidade essa tarefa abençoada.

 
FR: Agradecemos a querida amiga Leda Maria Flaborea pela gentileza para com o Francisco Rebouças – Espiritista, e rogamos a Deus que a conserve com saúde e paz, hoje e sempre.

 

 
Francisco Rebouças
 

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