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Dr. Bezerra de Menezes ao Reformador

17-04-2011 22:04

 

ESTREVISTAS

 
ENTREVISTA ORIGINAL CONCEDIDA POR BEZERRA DE MENEZES A REVISTA “REFORMADOR”, ÓRGÃO DE DIVULGAÇÃO DA FEB, EM 15 DE OUTUBRO DE 1892.
Acompanhe então esse diálogo com Bezerra de Menezes, que nos faz conhecer um pouco mais do homem por trás de sua grande obra.

QUE ORIENTAÇÃO RELIGIOSA O SENHOR HERDOU DÓ BERÇO FAMILIAR?
 
Nasci e criei-me, até os 18 anos, no seio de uma família tradicionalmente católica, que levava a sua crença até a aceitação de um absurdo, por mais repugnante' que fosse, imposto à fé passiva dos crentes, pela Igreja romana.
 

QUAIS ENSINAMENTOS RECEBIDOS DA RELIGIÃO CATÓLICA O SENHOR GUARDA?
Aprendi aquela doutrina e acostumei-me às suas práticas, mas empiricamente, sem procurar a razão da minha crença. Dois pontos, entretanto, me apareciam luminosos no meio daquela névoa, eram: a existência da alma, responsável por Suas obras; e a de Deus, criador da alma e de tudo o que existe. Ao demais, eu consi­derava sagrado tudo o que meus pais me ensinavam a crer e a praticar: a religião católica, apostólica, romana.
 

QUANDO O SENHOR AFASTOU-SE DAS PRÁTICAS CATÓLICAS?
Aos 19 mos, e naquela disposição de es­pírito, deixei a casa paterna para vir fazer meus estudos na capital do Império Rio de Janeiro na época, onde vivi, mesmo ao tempo de estudante, sem ter a quem prestar obediência. Continuei na crença e práticas religiosas que eu trouxe do berço, mas na convivência com meus colegas, em sua maior parte livres-pensadores - ateus-, comecei batendo-me com eles e acabei con­corde com eles, parecendo-me eminente não ter a gente que prestar contas de seus atos.
 

E ESSA MUDANÇA FOI DIFÍCIL?

Não foi difícil, pela razão de minha crença católica não ser firmada em fé raciocinada.
Mas, apesar disso, a mudança não foi ra­dical, porque nunca pude banir de todo a crença em Deus e na alma, Houve enfim uma perturbação e dela nasceu a dúvida. Fiquei mais cético do que cristão, e cristão somente devido aqueles dois pontos (a exis­tência da alma e de Deus). Em todo caso, deixei de ser católico e via os meus dois pontos luminosos por entre as nuvens.
 
 

APÓS ESSA MUDANÇA DE PENSA­MENTOS, EM ALGUM MOMENTO O SENHOR RETORNOUÀS PRÁTICAS CATÓLICAS?
Casei-me com Uma moça católica, a quem amava de coração. Sempre res­peitei suas crenças, guardando, no seio da minha alma, a descrença. No fim de quatro anos, fui subitamente batido pelo tufão da maior adversidade que me podia sobrevir: minha mulher foi-me roubada pela morte, deixando-me dois filhinhos, um de três anos e outro de um. Aquele fato produziu-me um abalo físico e moral de prostrar-me. Sempre gostei de escrever, mas inutilmente tentava fazê-lo, porque no fim de poucas linhas, tédio mortal apoderava-se de mim. O mesmo acontecia em relação à leitura. Abria um e outro livro sobre ciência, literatura, O que quer que fosse, mas não tolerava a leitura de uma página sequer. Um dia meu companheiro de consultório trouxe-me um exemplar da Bíblia do padre Pereira de Figueiredo, entremeada de figuras finíssimas.
 
 

E QUAL FOI ASUA REAÇÃO?
Tomei o livro não para ler - pois já não tentava semelhante exercício -, mas para ver as figuras, com verdadeira curiosidade infantil. Passei todas em revista, mas, no fim, senti desejo de ler aquele livro que encerrava minhas perdidas crenças, e era uma vergonha, para um homem de letras, dizer que nunca o lera. Comecei, pois, e esqueci-me a ler o belo livro, até perder a condução para minha casa. Depois disso, sentia prazer em pensar que voltaria a lê-lo! Eu mesmo fiquei surpreendido com o que se passava em mim! Li toda a Bíblia e, quanto mais lia, mais vontade tinha de continuar, sentindo doce conso­lação com aquela leitura. Quando acabei, sentia a necessidade de crer, não dessa crença imposta pela fé, mas da crença firmada na razão e na consciência. Onde descobrir-Ihe a fonte? Atirei-me à leitura dos livros sagrados, corri ardor, com sede, nas sempre havia uma falha ao que meu espírito reclamava.
 

 
E COMO TEVE CONTATO COM AS PRIMEIRAS NOTÍCIAS SOBRE O ES­PIRITISMO?
Começaram a aparecer as primeiras notas espíritas no Rio de Janeiro, mas eu repelia semelhante Doutrina sem conhecê-la nem de leve! Somente porque temia que ela perturbasse a paz que me trouxera ao espírito a minha volta à religião de meus maiores, embora com restrições.
 

 
QUANDO ACONTECEU SEU VERDA­DEIRO CONTATO COM A DOUTRINA ESPÍRITA?
Um colega (Joaquim Carlos Travassos) ten­do traduzido O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, presenteou-me com um exemplar, que aceitei, por cortesia. Deu-me na cidade e eu morava na Tijuca, à uma hora de viagem de bonde. Embarquei com o livro e, não tendo distração para a longa e fastidiosa viagem, disse comigo: "Ora, adeus! Não hei de ir para o inferno por ler isto, e, depois, é ridículo confessar-me ignorante de uma filosofia, quando tenho estudado todas as escolas filosóficas. Pensando assim, abri o livro e prendi-me a ele, como acontecera com a Bíblia. Lia, mas não encontrava nada que fosse novo para meu espírito, e, entretanto, tudo aquilo era novo para mim! Dava-se em mim o que acontece, muitas vezes, a quem muito lê, e que um dia encontra uma obra onde depara com idéias que já leu, mas não sabe em que autor. Eu já tinha lido ou ouvido tudo o que se acha em O Livro dos Espíritos, mas com certeza nunca tinha lido nenhuma obra espírita. Portanto, era-me impossível descobrir onde e quando me fora dado o conhecimento de semelhantes idéias! Preocupei-me seriamente com esse fato que me era maravilhoso. Dizia a mim mesmo: Parece que eu era espírita inconsciente, ou, como se diz vulgarmente, de nascença, e que todas essas vacilações que sentia meu espírito eram marchas e contramarchas que ele fazia, por descobrir o que lhe era conhecido e, porventura, obrigado a isto.

 
A LEITURA DE O LIVRO DOS ESPÍRI­TOS FOI SUFICIENTE PARA FIRMAR SUA CRENÇA NO ESPIRITISMO?
Apesar de convencido da verdade do Espi­ritismo, nunca tinha assistido a qualquer trabalho experimental, confirmativo se­quer da comunicação dos Espíritos. Tendo sido atacado de dispepsia (mal-estar na parte superior do abdômen ou no peito, causando gases, sensação de estar cheio e uma dor corrosiva no estômago), que me reduziu a um estado desesperador. A medicina oficial não me proporcionou o menor alívio, apesar de ter recorrido aos primeiros médicos desta capital. Depois de um tratamento de cinco anos, resolvi recorrer a um médium receitista, de quem muito se falava, o senhor João Gonçalves do Nascimento.
 

 
O SENHOR ACREDITAVA QUE O TRATAMENTO MEDIÚNICO PODERIA LHE CURAR?
Não acreditava nem deixava de acreditar na medicina medianímica. Confesso que propendia mais para a crença de que o tal médium era um especulador. Em de­sespero de causa, porém, eu recorreria a ele, mesmo que soubesse ser um curan­deiro. Tentava um recurso desesperado, e fazia uma experiência sobre a mediu­nidade receitista. Era preciso, porém, visto que se tratava de uma experiência, que eu tomasse todas as cautelas, para que ela me pudesse dar uma convicção fundada. Combinei com o doutor Maia de Lacerda, completamente desconhecido do tal médium, que ele fizesse pessoalmente a consulta, aconselhei-lhe que prestasse atenção ao trabalho do médium enquanto este escrevesse, e pedisse-lhe o papel logo que acabasse de escrever, porque bem podia ter ele (o médium) um médico hábil, por detrás do reposteiro, que lhe arranjasse aquelas peças.
 
 

O QUE O MÉDIUM DISSE A RESPEITO DE SUA ENFERMIDADE?
Lacerda fez como lhe recomendei. Trouxe-­me o que o médium escreveu a meu respeito. Tomei o papel que dizia: O teu órgão, meu amigo (era o Espírito que falava ao médium), não é suficiente para satisfazer este consulente, atenta às circunstâncias de sua elevada posição social (eu era membro da Câmara dos Deputados), e principalmente de sua proficiência médica. Entretanto, como não dispomos de outro, faremos com ele o mais que pudermos. E seguia-se uma descrição minuciosa de meus sofrimentos e suas causas determinantes, tão exatos aqueles, quanto perfeitamente fisiológicas estas. Não posso descrever o abalo que me produziu este fato estupendo! Segui o tratamento espírita, e o que os mestres da ciência não conseguiram em cinco anos, Nascimento obteve em três meses. Duran­te esse período, não estava completamente curado, mas estava forte, comia e dormia perfeitamente bem, era um homem válido, em vez de um enfermo. Continuei, com toda a confiança, aquele tratamento, e, em menos de um ano, achei-me bem.
 

 
ALÉM DESSE FATO, ALGUM OUTRO CONTRIBUIU PARA CONSOLIDAR SUA CRENÇA NA DOUTRINA DOS ESPÍRITOS?
Logo após esse fato, minha segunda mu­lher foi condenada como tuberculosa por importantes médicos. Consultei o médium Nascimento, com as precisas cautelas, para ele não saber de quem se tratava: Enganam-se os médicos que diagnosti­caram tuberculose (quem lhe disse que os médicos haviam feito tal diagnóstico?). Seu sofrimento é puramente uterino, e, se for convenientemente tratada, será cura­da. Se os médicos soubessem a relação que existe entre o útero, o coração e o pulmão esquerdo, não cometeriam erros como esse. Sujeitei a minha doente, que já tinha febres, suores e todos os sinais da doença em grau avançado, ao tratamento espírita. Em poucos meses, tudo aquilo desapareceu, e já são decorridos dez anos, durante os quais ela tem tido e criado quatro filhos, sem mais sentir nenhum incômodo nos pulmões.
 

 
QUE FATO DE SUA EXPERIÊNCIA PESSOAL MAIS O IMPRESSIONOU NO ESPIRITISMO?
Nada me impressionou mais do que ver um homem, sem conhecimentos médicos e até sem instrução regular, discorrer sobre moléstias, com proficiência ana­tômica e fisiológica, sem titubear, como bem poucos médicos o podem fazer. Mais do que isto, porém, é, para impressionar, ver dizer de um indivíduo, que não se co­nhece, que não se examina, de quem não se sabe senão que ele se chama Pedro ou Paulo e tem tantos anos de idade, dizer". em tais condições, que sofre de tais moléstias, com tais e tais complicações, por tais e tais causas, e confirmar o diagnós­tico pelo resultado eficaz do tratamento aplicado naquele sentido.
 

AS SUAS OPINIÕES RELIGIOSAS FO­RAM ALTERADAS MEDIANTE ESSES EPISÓDIOS. ACARRETARAM PARA O SENHOR ALGUMA MUDANÇA FÍSICA OU MORAL?

 
Não senti nenhuma influência física, porém, moralmente, sou outro homem. Minha alma encontrou finalmente onde pousar, tendo deixado os espaços agitados pelo vendaval da descrença, da dúvida, do ceticismo, que devasta, que esteriliza, que calcina, se assim me posso exprimir, recordando as torturas de quem sente a necessidade de crer, mas não encontra onde assentar sua crença. E não encontra­va onde assentar minha crença, porque o ensino de Jesus - que uma força intrínse­ca, uma disposição psíquica me levaram a procurar; como o navegante perdido na vastidão dos mares procura o norte - era­ me oferecido sob um aspecto impossível de acomodar-se com um sentimento ínti­mo, instrutivo, exato, que me desse a razão e a consciência de ali estar a verdade, mas a verdade não é aquilo.
 

APÓS CONHECER O ESPIRITISMO, QUAL SUA OPINIÃO SOBRE A IGREJA?

 
Ah! A Igreja romana! A Igreja romana I O Cristianismo nunca terá tão formidável inimigo! O materialismo nunca terá aliado tão prestimoso!
COMO O SENHOR AVALIA SUA TRANSIÇÁO DO CATOLICISMO PARA O ESPIRITISMO?
Posso dizer o 'meu' credo espírita, com aplauso de minha consciência, e não por força de uma autoridade que se arroga o direito de impor a fé. Nestas condições, tendo encontrado a linfa que me saciou a sede de crer, posso ser mais o que era antes? A moral cristã, iluminada pelos inefáveis princípios do Espiritismo, não pode deixar de modificar, para melhor, quem a cultiva não somente por dever, mas também e principalmente por nela ter encontrado a paz do espírito! Não me posso julgar, sem incorrer em orgulho ou falsa modéstia, mas posso assegurar que já compreendo os meus deveres para com Deus, para com os meus semelhantes, de um modo diverso, acentuadamente mais elevado, que antes de ser espírita. É lícito dizer que as novas opiniões acarretaram para mim sensível modificação moral. E, para confirmá-Io, basta consignar este fato: antes de ser espírita, só o pensar em perder um filho fazia-me mentalmente blasfemar, punha-me louco. Depois de ser espírita, tendo perdido quatro filhos adorados, depois de criados, louvava e agradecia ao Pai de amor, provando, por aquele modo, minha obediência a seus sacrossantos decretos.

 
 
 

Francisco Rebouças
 

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